Sobre a autora

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O estrangeiro sempre me fascinou.

Bacharel em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), ingressei no mercado de assessoria de imprensa em 2003. Em 2009, comecei a frilar como tradutora e especializei-me em versões em inglês. Traduzi mini-roteiros de anúncios publicitários, folders corporativos, reportagens de jornal publicadas aqui e lá fora, já escrevi até um pub para uma grande multinacional. No meio de 2010 fui para a França, achando que poderia ganhar a vida como tradutora/escritora. Lá, tentei traduzir do inglês para o francês e, folheando um livro de Beckett, tive a ideia de iniciar um projeto sobre o (papel do) estrangeiro na literatura. E se o escritor fosse primeira e principalmente um estrangeiro, que pudesse lançar mão de qualquer língua e linguagem para escrever? Nas aulas de Atelier d’Écriture praticava a narrativa em francês e, se o meu texto era o de uma estrangeira, quando escrevia em português tinha a mesma impressão. De volta ao Brasil, interrompi a pesquisa, mas apenas parcialmente. Os textos e livros de Samuel Beckett, Edmond Jabès, Albert Camus, George Steiner e dos acadêmicos franceses metropolitanos ainda ressoavam (e ressoam) dentro de mim.

Em julho de 2011, voltei para o mercado de assessoria de imprensa. Recentemente traduzi para o inglês o livro da Fundação Antonio e Helena Zerrenner, e iniciei uma versão da peça Lunch, do ator e dramaturgo Steven Berkoff. Também iniciei a versão de Maya’ya da escritora brasileira S.C. Balder. Estou preparando dois livros para publicação na plataforma Kindle (leia mais sobre o assunto aqui), um em inglês — com contos de ficção escritos ao longo dos últimos anos, e outro em português, contando um pouco sobre a minhas experiências na França.

Ao longo desse processo, aprendi um pouco mais sobre o estrangeiro. E pela primeira vez em toda a vida escolhi o português, aliás, o brésilien, como os franceses chamam nosso vernáculo lá fora, como minha primeira língua.

Publicações e Projetos: Informação depois do Google.

Contato:

blogliteraturaestrangeira at gmail . com

3 ideias sobre “Sobre a autora

  1. PEDRO RIC.

    OLA JENNIFER BOA TARDE,
    GOSTEI MUITO DE SABER DA POSSIBILIDADE DE COMPRAR EBOOKS EM FRANCES PELA AMAZOM.FR .
    GOSTO MUITO DA LITERATURA FRANCESA E VOCE COMENTOU, NO TEXTO ACIMA, QUE E POSSIVEL MUDAR DE PAIS , POR EXEMPLO FRANCA, PARA PODERMOS COMPRAR EBOOKS EM FRANCES.
    GOSTARIA DE SABER ,POR GENTILEZA, DUAS COISAS.
    COM ESSA MUDANCA, EU NAO VOU TER NENHUM PROBLEMA DE ORDEM JUDICIAL COM AMAZON E,
    COMO OBTER ESSE ENDERECO FISICO, CONSIDERANDO QUE A MUDANCA SEJA DE BRASIL PARA FRANCA.
    ATENCIOSAMENTE,
    PEDRO RIC.
    PS. DESCULPE ESCREVER COM LETRA DE FORMA MAS O MEU TECLADO SE ENCONTRA DESCONFIGURADO.

    Resposta
    1. literaturaestrangeira Autor do post

      Oi Pedro, tudo bem?
      Conversei com um funcionário da Amazon antes de fazer a mudança e realmente não haveria problema. Eu uso endereços de pessoas que conheço — endereços, inclusive, para os quais envio algumas compras (presentes, encomendas etc). A primeira coisa que você precisa fazer é editar as informações da sua conta e adicionar um endereço francês (no caso). Depois, é só clicar mudar a configuração de país em Manage your Kindle. Automaticamente aparecerá a opção para transferir a sua conta para a Amazon.fr. Ah, e você retransferir depois se quiser. Espero que tenha ajudado. Bjs

      Resposta

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